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<title>MusicaCatolica</title>
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    <description>MusicaCatolica. Bahia, terra mãe do Brasil. Notícias e eventos</description>
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 Papa Leão XIV se submeterá a uma cirurgia no pulmão
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 <description>A internação do Papa Leão XIV para a cirurgia de retirada de um nódulo no pulmão será ao final da manhã desta terça-feira, 13. A informação foi confirmada pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruno. A previsão é de que o Santo Padre permaneça cerca de uma semana na Policlínica Gemelli, de Roma.O procedimento cirúrgico foi anunciado pelo próprio Papa ao final do Angelus deste domingo, 11. Segundo Bruni, o nódulo foi descoberto durante exames de rotina.Nesta segunda-feira, 12, véspera da internação, Leão XIV cumpriu regularmente sua agenda no Vaticano. Teve seis audiências privadas e um encontro com os sócios do Círculo de São Pedro.Já os compromissos previstos por ocasião do encontro sobre os 10 anos da Exortação Apostólica “Amoris laetitia” sofreram modificações. O Santo Padre não participará do evento desta tarde, 12, nem presidirá à Santa Missa de encerramento marcada para a quarta-feira, 14. A celebração eucarística será presidida pelo novo decano do Colégio Cardinalício, Cardeal Luis Antonio G. Tagle.Fonte: https://noticias.cancaonova.com <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/papa-leao-xiv-se-submetera-a-uma-cirurgia-no-pulmao-b2c602852a.jpg" />]]>
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 <![CDATA[Papa Leão XIV]]>
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 Bill Gates, a tecnologia é um mundo que precisa ser governado
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 <description>Entrevista com o ex-CEO da Microsoft sobre os riscos potenciais associados ao crescimento da inteligência artificial: trata-se de um setor que não pode se autorregular, explica ele, e deve ser orientado pelos governos. Também é preciso agir para aproveitar as oportunidades da IA nas áreas da saúde, educação e agricultura.“Não estamos prestando suficiente atenção aos riscos” da inteligência artificial e “não estamos fazendo o suficiente para minimizar os danos. Também não estamos fazendo o suficiente para aproveitar as oportunidades atuais que a inteligência artificial oferece”. Assim afirmou Bill Gates, cofundador e ex-diretor executivo da Microsoft, nesta entrevista à mídia vaticana, na qual, sobre a encíclica Magnifica humanitas do Papa Leão, ele diz: “fiquei impressionado não por ele dizer ‘parem a inteligência artificial’, mas por afirmar que ‘devemos preservar ativamente o que há de humano’. Isso coincide com o que eu também defendo”.Senhor Gates, nas últimas semanas, muitas vozes do setor tecnológico expressaram preocupação com os perigos potenciais associados ao desenvolvimento da inteligência artificial. O que o senhor acha disso?É impressionante como pessoas do setor estão dando voz às suas preocupações. Trata-se de pessoas que competem entre si e discordam em muitas questões, mas que, neste caso, estão dizendo a mesma coisa: nesse aspecto, o setor não pode se autorregular, deve ser orientado por atores neutros, em primeiro lugar os governos. O problema é que a maioria das pessoas no governo não compreende plenamente como a tecnologia funciona.Acredito que não estamos prestando atenção suficiente aos riscos e que não estamos fazendo o suficiente para minimizar os danos. Também não estamos fazendo o suficiente para aproveitar as oportunidades atuais que a inteligência artificial oferece. No mês passado, nossa Fundação publicou o relatório anual “Goalkeepers Report”, que afirma que a inteligência artificial pode ser um grande fator de igualdade ou ampliar a disparidade existente entre ricos e pobres. A inteligência artificial pode fazer coisas como permitir que médicos de zona rural usem o smartphone como um aparelho de ultrassom, oferecer apoio educacional personalizado que se adapte à maneira como o aluno realmente aprende e fornecer recomendações sob medida com base nas características do solo e nas condições climáticas específicas de cada agricultor. Mas nada disso acontece automaticamente.Se deixados à mercê do mercado, as ferramentas mais eficazes serão desenvolvidas primeiro para quem puder pagar mais, e não para quem mais precisa delas. Por isso, nos próximos dois anos, destinamos um bilhão de dólares para promover a inteligência artificial nos setores da saúde, da educação e da agricultura, justamente nos locais onde as forças de mercado chegariam por último. O risco e a oportunidade andam de mãos dadas, e precisamos agir em ambas as frentes ao mesmo tempo.De maneira mais geral, como o senhor vê o futuro de uma sociedade cada vez mais orientada pela tecnologia?A inteligência artificial é diferente de qualquer outra tecnologia que já vimos até agora. No caso de inovações do passado, como o PC ou a internet, o processo começou com algumas grandes mudanças, mas, no fim das contas, tudo se resolveu e as pessoas acabaram tendo acesso a ferramentas melhores. A inteligência artificial é diferente. Ela se assemelha mais a um evento evolutivo. Criamos um tipo de inteligência que, em muitos aspectos, se equipara ou supera a cognição humana. Tratá-la simplesmente como “o próximo PC” faz com que as pessoas a subestimem completamente.Podemos imaginar o futuro como dois períodos distintos. Atualmente, estamos em uma fase de transição na qual ainda não temos os benefícios em grande escala em todos os lugares, mas assistimos a uma verdadeira revolução. Isso se aplica mais aos países ricos do que aos de renda mais baixa. Nos locais onde a Fundação atua, os benefícios podem se manifestar mais rapidamente do que os incômodos, pois, desde o início, havia uma enorme quantidade de necessidades não atendidas. Mas isso só pode funcionar se resolvermos problemas como o fato de que a maioria dos modelos de inteligência artificial foi treinada predominantemente em inglês, negligenciando assim fortemente os bilhões de pessoas que falam outras línguas. Neste momento, portanto, é necessária uma mudança real em várias frentes, incluindo a forma como tributamos o trabalho em relação à automação, quais atividades reservamos deliberadamente para os seres humanos e como garantimos que a tecnologia chegue efetivamente às pessoas que mais se beneficiariam dela, e não apenas àquelas que podem pagar mais.Então, uma vez superada essa fase de transição, se conseguirmos implementar as medidas de segurança e garantir um acesso adequado, poderemos nos deparar com um mundo de verdadeira abundância: inteligência artificial e robôs humanóides que cuidam da alimentação, da moradia e de outras necessidades básicas. Esse período levantará uma série de questões completamente diferentes sobre o significado e sobre como as pessoas passarão seu tempo. No momento, meu objetivo principal é fazer com que superemos os próximos anos sem que ocorram ataques bioterroristas catastróficos ou incidentes relacionados à segurança cibernética, e sem deixar para trás amplos segmentos do mercado de trabalho ou vastas regiões do mundo.O presidente Trump, por outro lado, minimizou os riscos potenciais do desenvolvimento da inteligência artificial. O senhor concorda com a posição dele? Que papel os líderes políticos deveriam desempenhar nesse debate?Essa tecnologia é mais perigosa do que as armas nucleares e tem o potencial de ser mais benéfica do que a energia nuclear. Adotar controles básicos de segurança quase não acarreta perda de velocidade e reduz significativamente os riscos. É um compromisso que vale a pena aceitar.Os líderes governamentais devem primeiro chegar a um consenso sobre os fatos fundamentais — ou seja, que existem perigos reais e benefícios reais — e, em seguida, discutir os detalhes da resposta. Precisamos de maior expertise em inteligência artificial nos governos, de governos que trabalhem com o setor e de governos que trabalhem juntos, pois nenhum país quer que o bioterrorismo ou um ataque cibernético paralisem sua infraestrutura.Temo que seja necessário um ataque cibernético grave ou um episódio sério de bioterrorismo para que o sistema político encare a questão com toda a seriedade que ela exige.Existe alguma relação entre os riscos associados ao desenvolvimento da inteligência artificial e sua decisão de deixar qualquer função operacional na Microsoft?Não, minha decisão foi uma transição, gradual e planejada, para a filantropia e meu trabalho na Fundação Gates, que ocorreu há mais de dez anos.O senhor leu a encíclica Magnifica humanitas do Papa Leão? O senhor concorda com as reflexões dele sobre a inteligência artificial?Sim, eu a li e falei sobre ela em uma nota interna que escrevi em agosto. Fiquei fascinado. Ela estabelece uma base sólida para o trabalho que precisa ser feito. O que me impressionou foi que o Papa não diz “parem a inteligência artificial”. Seu argumento é mais ponderado: ele defende que, diante de tudo isso, devemos preservar ativamente o que há de humano. Isso coincide com o que eu também defendo. Existem algumas tarefas, como cuidar de crianças, a função de juiz ou jurado e, na área da medicina, cuja essência é justamente o relacionamento. Não deveríamos entregar essas tarefas a um modelo apenas porque ele se tornou capaz o suficiente para realizá-las. Fico muito feliz em ver a Igreja Católica e outros grupos religiosos tão envolvidos no debate sobre a inteligência artificial; acredito que o compromisso deles seja fundamental para garantir que a inteligência artificial sirva a todos da maneira mais justa possível.Fonte: Vatican Newshttps://www.vaticannews.va <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/bill-gates-a-tecnologia-e-um-mundo-que-precisa-ser-governado-165209d764.jpg" />]]>
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 <![CDATA[Tecnologia]]>
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 Leão XIV, a fragilidade como lugar de encontro
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 <description>A escritora portuguesa Matilde Campilho diz que “a matéria de que somos feitos é o susto”. Talvez seja justamente por isso que o gesto público do Papa Leão XIV, ao anunciar a necessidade de passar por uma cirurgia para a retirada de um nódulo no pulmão, nos ajude a pensar a fragilidade como um lugar de encontro. A vida está sujeita aos seus limites, o corpo adoece, e assumir essa vulnerabilidade nunca é fácil.Vivemos sob a pressão de uma cultura do bem-estar, do tabu da imagem de uma vida perfeita, da necessidade de responder a todas as expectativas, de permanecer produtivos, de apresentar resultados, de manter intocável uma espécie de segurança sobre tudo e sobre todos. Mas a vida, mais cedo ou mais tarde, assusta. E sempre de novo precisamos deixar de lado a performance da perfeição para nos deixarmos cuidar.É por isso que a fragilidade pode tornar-se um lugar de encontro: encontro com um mundo também frágil, verdadeiro, necessitado dos outros. É quando a vida perde suas máscaras que podemos deixar cair os disfarces de uma perfeição que nunca existiu.Quando o Papa assumiu que precisará passar por uma intervenção cirúrgica, não estava “exibindo” a sua condição. Estava tratando os fatos com a verdade necessária, acompanhada de um pedido de proximidade espiritual e da necessidade concreta de cuidado. Falar sobre a dor, reconhecer a vulnerabilidade, permitir-se ser cuidado, tudo isso também faz parte de um caminho de cura.Partilhar as próprias fraquezas não significa idealizar o sofrimento, como se adoecer fosse uma bênção. Há fragilidades que não escolhemos. Há situações diante das quais simplesmente nos descobrimos pequenos. E, justamente quando podem ser partilhadas, elas encontram a possibilidade de gerar relações mais verdadeiras. “Quando sou fraco, então é que sou forte”, escreveu São Paulo aos Coríntios (2Cor 12,10).Jesus Cristo assumiu plenamente a nossa condição humana. Na cruz, levou a fragilidade até o extremo. Não se escondeu da dor, não recusou ser encontrado. E, em cada encontro, abriu a possibilidade de que a Revelação de Deus acontecesse na medida da abertura do coração e da verdade da vida.Com tudo o que realizou, Jesus testemunha que a fraqueza não é sinônimo de falta de fé. Talvez, muitas vezes, a falta de fé esteja mais próxima da atitude desumana de querer performar uma perfeição que não existe.Dediquemos nossa prece ao Papa Leão. E, com ele, aprendamos também nós a reconhecer a fragilidade do corpo e da alma, sem vergonha e sem máscaras. Em nossa fraqueza é que Deus encontra espaço para nos visitar e para nos aproximar uns dos outros. De fato, como escreveu Manoel de Barros, em uma dessas frases que parecem pequenas, mas carregam um mundo inteiro: “a maior riqueza do homem é a sua incompletude”.Pe. Maicon A. Malacarneprofessor de Teologia Moral e pároco da Paróquia São Cristóvão - diocese de Erexim/RSFonte: Vatican Newshttps://www.vaticannews.va <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/leao-xiv-a-fragilidade-como-lugar-de-encontro-1b6fc9ebf7.jpg" />]]>
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 O que é e como surgiu o Círio de Nazaré
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 <description>O Círio de Nazaré começou no dia 7 de outubro em Belém (PA) e terá no domingo (11) a procissão mais importante, que percorre 3,6 km e espera reunir mais de 2 milhões de pessoas.Devoção a Nossa Senhora de NazaréNossa Senhora de Nazaré é um dos títulos marianos mais antigos, remete ao período da infância de Jesus, em Nazaré da Galileia. Segundo a tradição, são José, marido de Maria, esculpiu uma imagem da Virgem amamentando que ficou conhecida como Nossa Senhora de Nazaré. Em 361, a imagem foi levada a Portugal e escondida no pico de São Bartolomeu, sendo encontrada apenas em 1119, dando início à sua veneração e a muitos milagres. Em 1182 foi erguida uma ermida a Nossa Senhora de Nazaré onde hoje está o Santuário de Nazaré, em Portugal.No Brasil, a devoção começou em 1700 com o achado de uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré pelo Caboclo Plácido às margens do Igarapé Murutucu, perto de onde hoje está a Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré. Ele a levou para a sua casa várias vezes, mas milagrosamente a imagem voltava para o local onde foi encontrada. Então, Plácido construiu uma pequena capela para a imagem no lugar. A notícias da santa milagrosa se espalhou e todos os anos milhares de devotos visitavam a capela para pedir milagres e agradecer as graças alcançadas.Nossa Senhora de Nazaré faz parte da vida cotidiana do povo paraense. Está nas casas, nas lojas, nos mercados, instituições, em todos os lugares é possível encontrar uma imagem. Muitos devotos a chamam carinhosamente de “Tia Naza”, “Nazica” ou “Nazinha”.Por que se chama Círio de Nazaré?A palavra "círio" deriva do latim “cereus”, que significa vela, e, em português passou a designar um tipo específico de grande vele de uso litúrgico. O uso da palavra “círio” para dar nome à procissão de Nossa Senhora de Nazaré tem a sua origem em Portugal, onde os romeiros iam ao Santuário de Nossa Senhora de Nazaré carregando velas e círios. Com o tempo, a própria procissão começou a ser chamada de círio.Em Belém, as procissões a Nossa Senhora de Nazaré começaram em 1792 e eram feitas à noite com a presença de um Círio que iluminava e guiava os fiéis que também carregavam velas. A presença das velas era tão marcante que assim como em Portugal, as procissões também começaram a ser chamadas de Círio. Em 1845, ela passou a ser de manhã para fugir da chuva, mas o nome continuou Círio de Nazaré até hoje.O Círio de Nazaré foi reconhecido em 2004 como patrimônio cultural imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).O Círio de Nazaré tem 14 procissõesO dia mais importante do Círio de Nazaré é o segundo domingo de outubro, que costuma reunir mais de 2 milhões de pessoas para celebrar a Rainha da Amazônia. A procissão de 3,6 km de percurso sai da catedral, na Cidade Velha, até a Praça Santuário de Nazaré. Em todo o mês de outubro acontecem mais 13 procissões: Translado de carros, Translado para Ananindeua, Romaria Rodoviária, Romaria Fluvial, Moto Romaria, Transladação, Ciclo Romaria, Romaria da Juventude, Romaria das Crianças, Romaria dos Corredores, Romaria da Acessibilidade, Procissão da Festa, Recírio.Os símbolos do Círio de NazaréO item mais característico do Círio de Nazaré de Belém é a corda que os promesseiros buscam tocar como forma de pagar promessa. Ela passou a fazer parte do círio em 1885, quando uma enchente da Baía do Guajará alagou a orla no momento da procissão. A berlinda com a imagem ficou atolada e os cavalos não conseguiram puxá-la. Então, um comerciante local emprestou uma corda para os fiéis puxarem a berlinda. Desde então, a corda é usada no círio. Feita de cisal retorcido com 400 metros de comprimento, a corda simboliza o elo entre os fiéis e Nossa Senhora de Nazaré.O principal símbolo da festa é a berlinda, a estrutura de madeira e vidro que leva a imagem de Nossa Senhora de Nazaré nas procissões.Elacomeçou a ser usada no Círio em 1882, antes a imagem era levada no colo do capelão do Palácio do Governo, em um palanquim carregado por cerca de seis homens. A berlinda era puxada por cavalos.Nas procissões, é comum ver os fiéis com ex-votos ou objetos de promessa como sinal de agradecimento pelas graças recebidas por intercessão de Nossa Senhora. Eles costumam levar miniaturas de casas e barcos, réplicas da berlinda de Nossa Senhora, tijolos, velas do próprio tamanho, peças de cera com formato de partes do corpo. Na procissão há o carro dos milagres onde os devotos podem colocar esses objetos.Fonte: ACI Digitalhttps://www.acidigital.com <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/o-que-e-e-como-surgiu-o-cirio-de-nazare-9263c97242.jpg" />]]>
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 Aparecida preserva história da devoção na Passarela da Fé 
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 <description>Com 392 metros de extensão, estrutura liga a Basílica Velha ao Santuário Nacional e se tornou um dos principais símbolos da peregrinação a Nossa Senhora AparecidaDurante a Novena e Festa da Padroeira do Brasil, milhares de romeiros chegam a Aparecida (SP) para agradecer por graças alcançadas, renovar promessas e manifestar sua devoção a Nossa Senhora Aparecida. Entre os lugares mais emblemáticos dessa experiência está a Passarela da Fé, um caminho que ultrapassa sua função de ligação entre dois templos religiosos e representa a expressão da fé de inúmeros peregrinos.Inaugurada em 1971, a passarela possui 392 metros de extensão e foi projetada em formato de “S”, em referência à Padroeira do Brasil. A estrutura conecta a histórica Basílica Velha, também conhecida como Matriz Basílica, ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, considerado o maior santuário mariano do mundo.Em dezembro de 2026, o monumento completa 55 anos de sua inauguração, consolidado como um dos pontos mais conhecidos da cidade e um dos cenários mais marcantes da devoção popular brasileira.Um caminho de fé, promessas e agradecimentoPara muitos devotos, atravessar a Passarela da Fé é muito mais do que percorrer a distância entre duas igrejas. O trajeto representa um momento de oração, entrega e agradecimento, vivido de maneira particular por cada peregrino.Durante as festividades, é comum encontrar fiéis caminhando em silêncio, rezando ou cumprindo promessas. Alguns realizam o percurso de joelhos, como gesto de penitência e gratidão por uma graça alcançada ou como expressão de confiança na intercessão de Nossa Senhora.A devoção popular manifesta, assim, a relação pessoal dos romeiros com a fé e a espiritualidade mariana.“A piedade é essa demonstração do amor e da confiança em nosso Senhor. É algo que está muito no interior da pessoa, por isso o motivo maior é essa confiança em nosso Senhor e em Nossa Senhora”, destaca uma liderança religiosa local.Histórias que atravessam geraçõesOs testemunhos dos peregrinos revelam a importância da Passarela da Fé na vida de quem visita Aparecida. Entre as histórias compartilhadas pelos devotos estão relatos de pessoas que atribuem à intercessão de Nossa Senhora o conforto durante períodos de enfermidade, a recuperação após cirurgias e a superação de momentos difíceis.Para outras famílias, a peregrinação tornou-se uma tradição mantida há décadas. A visita anual é uma oportunidade de agradecer pela saúde, pedir proteção para os familiares e renovar os compromissos de fé.Essas experiências fazem da passarela um espaço de encontro entre diferentes histórias de vida, unidas pela devoção à Padroeira do Brasil.Novena reúne peregrinos em momentos de oraçãoAlém dos espaços de visitação e devoção, o Santuário Nacional oferece uma programação especial de celebrações e atendimento religioso durante a Novena e Festa da Padroeira.No sétimo dia da Novena, celebrado sob o tema “Com Maria somos igreja de irmãos reunidos pela palavra e pelo pão da vida”, estão previstas duas celebrações solenes: às 15h, presidida pelo missionário redentorista Pe. Pablo Vinícius Moreira, e às 19h, pelo bispo de Caicó (RN), Dom Antônio Rosendo dos Santos.Os peregrinos também podem buscar o sacramento da Reconciliação durante o período festivo. O atendimento de confissões ocorre no subsolo da Basílica Nacional, das 8h às 11h, pela manhã, e das 14h às 16h, à tarde, conforme a programação informada.Aparecida, destino de fé para milhões de brasileirosA Passarela da Fé integra a experiência de milhares de pessoas que visitam Aparecida ao longo do ano, especialmente durante as celebrações dedicadas à Padroeira. Mais do que uma estrutura arquitetônica, tornou-se um símbolo da religiosidade brasileira, marcado por orações, promessas e testemunhos de devoção.Para quem percorre seus 392 metros, cada passo pode representar um agradecimento, um pedido ou a renovação da esperança. Em 2026, ao completar 55 anos, a passarela continua testemunhando a força de uma tradição que atravessa gerações e mantém Nossa Senhora Aparecida no centro da fé de milhões de devotos.Os peregrinos que planejam visitar a cidade durante as festividades podem consultar os canais oficiais do Santuário Nacional para conferir a programação completa, os horários das celebrações e as orientações para a visita. <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/aparecida-preserva-historia-da-devocao-na-passarela-da-fe-84ee2db56b.jpg" />]]>
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 Bispos referenciais para a comunicação se reúnem na sede da CNBB para refletir sobre missão no ambiente digital 
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 <link>https://www.musicacatolica.com.br/noticias/bispos-referenciais-para-a-comunicacao-se-reunem-na-sede-da-cnbb-para-refletir-sobre-missao-no-ambiente-digital/
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 <description>A Comissão Episcopal para a Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reúne, de 6 a 8 de outubro, na sede da Conferência, em Brasília (DF), os bispos referenciais para a Comunicação Social dos regionais da CNBB. O encontro é um espaço de comunhão, avaliação e planejamento da atuação da comunicação da Igreja no Brasil, com atenção especial aos desafios da missão no ambiente digital.A programação contempla a memória histórica das reuniões realizadas entre 2023 e 2026, a reflexão sobre o Sínodo e a missão no ambiente digital, orientações para a atuação dos bispos referenciais e temas relacionados à comunicação ética, à inteligência artificial e à proteção da dignidade humana. O encontro também prevê a apresentação dos relatórios da Comissão referentes ao atual quadriênio e a prospecção para o planejamento do próximo período. Comunhão e missãoO presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação Social da CNBB, dom Valdir José de Castro, destacou que a reunião não se limita ao aprofundamento de conteúdos, mas busca fortalecer os vínculos entre os bispos que acompanham a comunicação nos diferentes regionais. " “A gente se reúne para não somente refletir conteúdos, mas também para estreitar a comunhão entre nós e compartilhar essa missão tão importante que esses bispos têm, especialmente na animação da Pastoral da Comunicação nas suas diversas regiões”, afirmou. "Entre os assuntos centrais está a presença evangelizadora da Igreja no ambiente digital, refletida também a partir do processo sinodal. Para dom Valdir, a questão já não é saber se a Igreja deve ou não ocupar esses espaços, mas compreender como estar presente neles como Igreja. " “Já não é mais uma questão se a Igreja deve estar. Nós temos muita consciência de que tem de estar ali. Agora, é como estar ali presente como Igreja. Esse é o grande desafio”, explicou. "Dom Valdir recordou, nesse contexto, o documento Rumo à Presença Plena, do Dicastério para a Comunicação, que propõe uma reflexão pastoral sobre o envolvimento dos cristãos nas redes sociais. Segundo o bispo, a presença eclesial no ambiente digital não deve ser compreendida apenas de forma individual, mas a partir da comunhão da fé e do magistério da Igreja. Comunicação que parte das relações humanasAo avaliar o caminho percorrido pela Comissão entre 2023 e 2026, dom Valdir ressaltou que o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil tem sido uma das principais referências para os trabalhos. Segundo ele, além do uso dos meios e das ferramentas de comunicação, a preocupação da Igreja deve estar na qualidade das relações construídas nesses espaços. O presidente da Comissão destacou elementos como a escuta, o diálogo cordial, o respeito ao próximo e a defesa da dignidade humana. Nesse sentido, apontou Jesus Cristo como referência para a comunicação da Igreja. " “A nossa comunicação tem como referência a própria comunicação de Jesus, aquela comunicação profundamente humana, de respeito, de escuta, de falar com o outro olhando nos olhos, de valorizar a realidade de onde vem o nosso interlocutor.” "Para dom Valdir, a Pastoral da Comunicação deve ir além da dimensão instrumental como o rádio, televisão, internet e demais meios; e valorizar, antes de tudo, a comunicação humana. Esse caminho, segundo ele, contribui para a construção da cultura do encontro e de uma sociedade melhor. Formação para o uso das novas tecnologiasNesta quarta-feira, 7 de outubro, a programação do encontro dedica um momento específico ao tema “Magnifica Humanitas: comunicação ética, inteligência artificial e a proteção da dignidade humana”, seguido de orientações para a missão e a ação dos bispos referenciais para a Comunicação Social. Neste sentido, o bispo referencial para a comunicação no regional Sul 3 da CNBB, dom Juarez Destro, também chamou a atenção para os desafios apresentados pelas novas tecnologias. Para ele, não é possível ignorar a realidade digital, mas é necessário formar os agentes evangelizadores para utilizá-la de maneira responsável. " “Precisamos cuidar muito da educação, da formação dos nossos agentes pastorais, dos nossos evangelizadores, enfim, de todo o povo de Deus, para o correto uso dessas novas tecnologias”, afirmou." Dom Juarez ressaltou que a resposta da Igreja não deve ser a exclusão das tecnologias, mas a educação para seu uso, tendo como preocupação central a preservação da pessoa e da dignidade humana. " “Nós estamos mergulhados nessa sociedade, nesse mundo tecnológico. Mas precisamos saber utilizar para salvaguardar o humano das pessoas, a dignidade humana, inclusive as questões sociais.” "O bispo também chamou a atenção para possíveis impactos sociais provocados pelo avanço da inteligência artificial e defendeu que a Igreja acompanhe essas transformações e contribua para a formação de seus fiéis. Trabalho conjunto entre os regionaisOutro aspecto destacado por dom Juarez é a possibilidade de os bispos referenciais partilharem experiências, dificuldades e soluções que possam ser levadas posteriormente às dioceses e comunidades. “É fundamental esse trabalho conjunto, porque o Brasil é imenso”, afirmou. Segundo ele, apesar das diferenças regionais, muitos desafios relacionados à comunicação e às novas tecnologias são compartilhados pela Igreja em todo o país. Para o bispo, essa dinâmica expressa também a sinodalidade. “A Igreja sinodal caminha assim. É uma Igreja participativa, de comunhão”, disse. Dom Juarez citou como exemplo, em sua diocese, as conversas realizadas durante o próprio encontro sobre possíveis assessores e temas para futuras iniciativas formativas relacionadas ao uso das tecnologias. “Essa troca de experiências é muito salutar, e um vai ajudando o outro na sua missão. Formamos uma grande Conferência”, concluiu. O encontro segue até amanhã, quinta-feira, 8, quando serão apresentados os relatórios da Comissão Episcopal para a Comunicação Social referentes ao período de 2023 a 2026. A programação será concluída com uma prospecção para o planejamento do próximo quadriênio da Comissão. Por Larissa CarvalhoFonte: Cnbbhttps://www.cnbb.org.br <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/bispos-referenciais-para-a-comunicacao-se-reunem-na-sede-da-cnbb-para-refletir-sobre-missao-no-ambiente-digital-78f20a9637.jpg" />]]>
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 Mãe dos Aflitos é o mais novo lançamento da banda Rosa de Saron
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 <link>https://www.musicacatolica.com.br/noticias/mae-dos-aflitos-e-o-mais-novo-lancamento-da-banda-rosa-de-saron/
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 <description>Quando faltam palavras para traduzir uma aflição, a oração pode ser uma forma de encontrar amparo. Foi desse lugar que nasceu “Mãe dos Aflitos”, novo lançamento do Rosa de Saron, que chegou às plataformas digitais no último dia 6 de outubro (terça-feira). Às vésperas do dia de Nossa Senhora Aparecida, a faixa apresenta uma das produções mais devocionais da trajetória da banda.Composta pelo vocalista Bruno Faglioni, a música surgiu a partir de uma prece feita durante um momento de bloqueio criativo. O que começou como uma busca pessoal por conforto passou a reunir sentimentos que atravessam diferentes experiências: a tristeza, o medo, a incerteza e a esperança de encontrar forças para seguir. “Mãe dos Aflitos carrega esse título porque surgiu justamente em um momento de oração durante uma angústia. Ela é uma reza que se tornou canção e a gente espera que também ajude as pessoas”, afirma o cantor.Na letra, Maria é apresentada como presença materna para os momentos em que a vida parece difícil de atravessar. A Ave-Maria, o colo e o ventre que um dia acolheu o infinito aparecem como imagens de proteção, enquanto a referência às “águas turvas” traduz a sensação de se perder diante das dificuldades. O refrão amplia essa experiência ao unir a voz de quem canta à de tantas outras pessoas que recorrem à fé. A canção também se conecta à tradição católica de atribuir diferentes títulos a Maria, cada um associado a uma forma de devoção e de relação com os fiéis. O lançamento acontece em um período marcado pela devoção mariana, às vésperas do dia de Nossa Senhora Aparecida e do Círio de Nazaré, em Belém. O single tem produção de Ricardo Domingues, que também assina a parte técnica ao lado de Anderson Molino.FICHA TÉCNICA Intérprete: Rosa de SaronVocal / Composição: Bruno FaglioniGuitarra: Eduardo FaroBaixo: Rogério FeltrinBateria: GrevãoProdução Musical: Ricardo DominguesCONFIRA A LETRA DE “MÃE DOS AFLITOS”Quando a tristeza invade e escurece o meu diaQuando a vida se aperta e o medo irradiaCurvo meu corpo, minha alma te reverenciaFecho os meus olhos e rezo uma Ave MariaJá não represo as lágrimas do meu olharSinto o perfume de rosa neste lugarMãe dos Aflitos, uno meu grito a tantas preces aqui!Vida doçura, na hora escura, nós recorremos a ti!Cheia de graça, Fida esperançaOuro dos que nada têmLeva ao teu Filho nossas dores, amémMe escondo em teu ventre que um dia conteve o infinitoE feito criança descanso em teu colo benditoSe em águas turvas eu me perder, me afogarMesmo quebrado, ajude-me a levantarMãe dos Aflitos, uno meu grito a tantas preces aqui!Vida doçura, na hora escura, nós recorremos a ti!Cheia de graça, Fida esperançaOuro dos que nada têmLeva ao teu Filho nossas dores, amémMinha alma engrandece ao SenhorSe alegra o meu espírito em meu SalvadorMinha alma engrandece ao SenhorSe alegra o meu espírito em meu SalvadorMinha alma engrandece ao SenhorSe alegra o meu espírito…Mãe dos Aflitos, uno meu grito a tantas preces aqui!Vida doçura, na hora escura, nós recorremos a ti!Mãe dos Aflitos, uno meu grito a tantas preces aqui!Vida doçura, na hora escura, nós recorremos a ti!Cheia de graça, Fida esperançaOuro dos que nada têmLeva ao teu Filho nossas dores, amémFonte: ONErpm <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/mae-dos-aflitos-e-o-mais-novo-lancamento-da-banda-rosa-de-saron-a58e825626.jpg" />]]>
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 Ziza Fernandes e Maninho apresentam Dois, uma parceria de décadas
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 <description>Álbum acústico reúne composições autorais e releituras e celebra uma amizade de mais de 30 anos marcada pela música e pela féA cantora e compositora Ziza Fernandes e o músico Maninho dão continuidade a uma parceria construída ao longo de mais de três décadas com o lançamento de “DOIS – Volume 2”. O novo álbum amplia a proposta iniciada em “DOIS – Volume 1”, reunindo música, amizade e fé em uma experiência essencialmente acústica.Com produção musical assinada por Maninho, o projeto revisita canções marcantes das trajetórias dos dois artistas e apresenta novos arranjos para um repertório que alterna composições autorais e releituras. Entre os temas presentes no trabalho estão esperança, memória, liberdade e encontro.“DOIS” dá sequência ao caminho iniciado em “Dois Tempos” e evidencia a sintonia artística construída entre Ziza e Maninho ao longo dos anos. A parceria, porém, ultrapassa os limites da música: os dois compartilham uma história de amizade e uma caminhada marcada pela fé e pela missão artística.Uma amizade que se transforma em músicaPara Ziza Fernandes, trabalhar ao lado de Maninho representa uma experiência que vai além da afinidade musical."“Trabalhar musicalmente ao lado do Maninho tem sido uma das experiências mais incríveis da minha vida. Mas, talvez mais do que todos os seus atributos técnicos, o que me faz querer trabalhar ao lado dele para sempre é que ele é um amigo fiel, que um dia me ajudou a voltar para o meu caminho artístico com honestidade, veracidade e qualidade.”"A artista conta que os dois estabeleceram, ao longo dessa caminhada, um compromisso de buscar sempre excelência no trabalho."“Nós fizemos um pacto de nunca fazer algo medíocre, mas sempre entregar o melhor de nós. É uma cumplicidade que vai muito além da música.”"Para Maninho, o projeto representa a concretização de uma parceria artística que, apesar de existir há décadas, ainda não havia sido registrada de maneira tão direta pelos dois"“Eu e a Ziza temos uma amizade de mais de 30 anos. Apesar de participarmos muito da vida artística um do outro, ainda não tínhamos um trabalho nosso, dividido Maninho e Ziza, Ziza e Maninho.”"Segundo o músico, “DOIS” nasceu de maneira natural, a partir da própria convivência entre os artistas e das músicas que fazem parte de sua história."“São dois amigos cantando juntos, partilhando músicas que gostam, que fizeram e que costumam cantar quando se encontram.”"Maninho resume a essência do projeto como um registro espontâneo dessa amizade:"“É um disco que mostra esse ambiente de amizade e fraternidade, com muita naturalidade, sem grandes manipulações ou tratamentos. É simplesmente música acontecendo entre DOIS amigos que estão se divertindo e partilhando aquilo que construíram ao longo de tantos anos de vida e de estrada.”"Uma história que atravessa fronteirasA experiência de “DOIS” também ganhou novos horizontes com uma turnê realizada pela Europa. A dupla levou o projeto a diferentes públicos durante a passagem pelo continente, experiência que também contribuiu para a continuidade da produção e deu origem às gravações dos Volumes 3 e 4.Assim, o projeto não se limita a um único lançamento, mas se transforma em um registro progressivo de uma parceria que atravessa diferentes momentos, lugares e experiências compartilhadas pelos artistas.Um momento especial para Ziza FernandesO lançamento de “DOIS – Volume 2” acontece em uma fase especialmente significativa da carreira de Ziza Fernandes. A artista foi indicada ao Latin GRAMMY® 2026, na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa, pelo trabalho “Primeiro (Ao Vivo)”, realizado em parceria com o trio Jazz&Christ.A 27ª edição do Latin GRAMMY® está prevista para acontecer no dia 12 de novembro, em Las Vegas.A indicação internacional se soma agora a um projeto de caráter mais íntimo, no qual Ziza divide o protagonismo com um amigo de longa data e resgata diferentes momentos de suas trajetórias musicais.Ainda há mais por virCom “DOIS – Volume 2”, Ziza Fernandes e Maninho seguem transformando em música uma amizade construída ao longo de décadas. O projeto ainda terá novos capítulos, com os Volumes 3 e 4, registrados durante a experiência internacional da dupla, além de um registro audiovisual previsto para dezembro.Mais do que uma sequência de lançamentos, “DOIS” se apresenta como o registro de uma história compartilhada: dois artistas, dois amigos e uma caminhada marcada pela música, pela fé e pela cumplicidade. <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/ziza-fernandes-e-maninho-apresentam-dois-uma-parceria-de-decadas-272bef4fbd.jpg" />]]>
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 Papa Leão XIV conduz terço e procissão das velas no Santuário de Lourdes
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 <description>Papa encerra sua visita a Lourdes com oração junto aos peregrinos e destaca a fé e o testemunho dos enfermosO papa Leão XIV encerrou sua visita a Lourdes, na França, participando da oração do terço e da tradicional procissão das velas na esplanada do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes. O momento reuniu milhares de peregrinos em uma das manifestações de fé mais características do santuário mariano.Após a oração do terço, o pontífice recordou o pedido feito por Nossa Senhora a Santa Bernadete Soubirous: “Que se venha aqui em procissão”.“Estamos aqui reunidos esta noite para responder ao pedido que Nossa Senhora dirigiu aos sacerdotes por intermédio de Santa Bernadete: ‘Que se venha aqui em procissão’”, afirmou Leão XIV.O papa destacou a resposta dos peregrinos ao longo das gerações e manifestou sua alegria por participar daquele momento não apenas como pontífice, mas como um peregrino entre tantos outros."“Como é comovente ver o povo fiel, de geração em geração, responder com amor e confiança ao terno convite da Virgem Maria… Dou graças ao Senhor por poder, também eu, responder esta noite ao chamado de nossa Mãe, tornando-me um peregrino entre os peregrinos.”"Os enfermos como testemunhas de féDurante sua reflexão, Leão XIV dedicou atenção especial às pessoas doentes, que ocupam um lugar central na espiritualidade de Lourdes. Para o papa, aqueles que enfrentam a enfermidade podem oferecer um testemunho particular sobre a transformação da existência pela fé e pelo amor.“As pessoas doentes são testemunhas privilegiadas desta transfiguração da existência através da fé e do amor a Deus e ao próximo”, afirmou.O pontífice acrescentou que estar ao lado dos enfermos durante a procissão permite compreender de maneira mais profunda a realidade vivida por eles."“É preciso vir aqui fazer esta procissão convosco, queridos doentes, para entender plenamente a sua realidade.”"Na sequência, Leão XIV recordou uma reflexão do papa Pio XII sobre Lourdes, destacando o contraste entre o sofrimento carregado pelos peregrinos e a atmosfera de paz, serenidade e alegria experimentada no santuário.Para o atual pontífice, encontrar serenidade e alegria em meio à provação é, em si, um testemunho da ação da fé.Um olhar para além da provaçãoEm sua mensagem, Leão XIV também convidou os peregrinos a manterem o olhar voltado para além das dificuldades presentes. Segundo o papa, a fé cristã permite enxergar um horizonte que ultrapassa os limites da existência terrena."“Deus nos concede a graça de voltar o nosso olhar para um futuro mais distante, para além do nosso horizonte terreno, um futuro de felicidade infinita em Deus, que temos a certeza de alcançar se permanecermos firmes na fé e na caridade.”"A mensagem encontrou particular ressonância entre os milhares de peregrinos enfermos e seus acompanhantes que participavam da peregrinação.Peregrinos de diferentes partes do mundoA visita de Leão XIV coincidiu com a peregrinação nacional da Unitalsi, organização italiana dedicada a acompanhar pessoas doentes em peregrinações a Lourdes. Neste ano, o grupo reuniu mais de 4 mil peregrinos, incluindo crianças em tratamento contra o câncer provenientes de Nápoles, na Itália.Federica Postiglione, voluntária da Unitalsi há 30 anos, destacou a importância da experiência."“A peregrinação, por si só, já é realmente um presente e uma graça. Vir a Lourdes… com o papa, foi muito, muito bonito.”"Ela também contou que um dos momentos mais marcantes foi observar o esforço do pontífice para se aproximar dos enfermos e cumprimentar algumas pessoas, mesmo diante das barreiras de segurança.A presença de peregrinos internacionais também marcou a noite. Virginia Wildemann, de Long Island, nos Estados Unidos, contou que já havia enfrentado uma doença e desejava retornar a Lourdes para vivenciar novamente a espiritualidade do local.Apesar das restrições temporárias provocadas pela visita papal, ela conseguiu recolher um pouco da água de Lourdes e participar da procissão.Wildemann também destacou a mensagem que levou consigo após ouvir o papa: permanecer unidos, rezar juntos, amar o próximo e cultivar a gentileza nas relações.Um encontro inesperado com o papaEntre os peregrinos estava também Ron Denissen, de Delaware, nos Estados Unidos. Ele contou que sua paróquia havia programado a viagem a Lourdes antes de saber que Leão XIV visitaria o santuário na mesma época.Durante a passagem da comitiva papal próxima ao hotel onde estava hospedado, Denissen decidiu chamar a atenção do pontífice fazendo uma referência ao Chicago Bears, equipe de futebol americano da qual Leão XIV é conhecido torcedor.“E quando ele estava passando, eu gritei: ‘Go, Bears!’. Ele estava olhando para outro lado, mas então olhou para mim e acenou, e eu tirei uma foto dele bem de perto, olhando para mim e acenando. Então, isso foi bem especial”, relatou.Uma noite de oração em LourdesA oração do terço e a procissão das velas encerraram a passagem de Leão XIV por Lourdes com uma forte expressão da espiritualidade que caracteriza o santuário: oração, peregrinação, cuidado com os enfermos e confiança em Deus.Ao caminhar entre os peregrinos e rezar com eles, o papa se apresentou, em suas próprias palavras, como “um peregrino entre os peregrinos”, compartilhando com milhares de pessoas um dos momentos mais tradicionais da devoção mariana em Lourdes. <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/papa-leao-xiv-conduz-terco-e-procissao-das-velas-no-santuario-de-lourdes-3ff43b965c.jpg" />]]>
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 <![CDATA[Papa Leão XIV]]>
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 Ziza Fernandes é indicada ao Latin GRAMMY 2026 com o álbum Primeiro
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 <description>Reconhecimento internacional destaca a música católica brasileira na principal premiação da música latinaA música católica brasileira ganhou destaque internacional com o anúncio dos indicados ao Latin GRAMMY® 2026. Entre os nomes que concorrem à premiação está a cantora e compositora Ziza Fernandes, indicada na categoria Melhor Álbum de Música Cristã (Língua Portuguesa) com o álbum “Primeiro (Ao Vivo)”.A indicação representa um momento de grande significado na trajetória da artista, que acumula mais de três décadas de carreira dedicadas à evangelização por meio da música e da arte. A notícia foi recebida por Ziza com emoção e gratidão, especialmente pelo reconhecimento de um trabalho construído ao longo de diferentes fases de sua caminhada artística.Um encontro entre fé e jazz“Primeiro (Ao Vivo)” nasceu de uma parceria entre o trio Jazz & Christ, o estúdio Sancta Precatio e a Oficina Viva Music, com produção de Abdias Jr.O projeto propõe um encontro entre a espiritualidade cristã e a linguagem sofisticada e livre do jazz. O álbum revisita canções marcantes da trajetória de Ziza Fernandes e outras obras importantes da música católica contemporânea, ganhando novos contornos a partir dos arranjos elaborados pelo baixista Marcelo Soares.A proposta artística amplia as possibilidades de diálogo entre a música de inspiração cristã e diferentes linguagens musicais, preservando a essência das canções enquanto explora novas sonoridades e interpretações.“Essa alegria não é só minha”Ao celebrar a indicação, Ziza Fernandes fez questão de destacar que o reconhecimento é resultado de uma caminhada coletiva. Em suas redes sociais, a artista relembrou os mais de 30 anos de carreira e a presença de pessoas que contribuíram para sua trajetória.> “Olhar para esse caminho percorrido de mais de 30 anos de carreira e reconhecer nele as marcas de tantos amigos, tantas pessoas que me sustentaram… essa alegria não é só minha, é de muitos e eles sabem quem são.”A cantora também agradeceu aos músicos envolvidos no projeto, entre eles Marcelo Soares, Nando Pontes e Marcos M., além de Haroldo, que participou da construção da parceria. A artista ainda reconheceu o trabalho das equipes de produção e o suporte da ONErpm Gospel/BR na distribuição e divulgação do álbum.Música católica brasileira em destaqueA indicação de “Primeiro (Ao Vivo)” coloca a produção católica brasileira em evidência no cenário internacional e marca um momento significativo para a trajetória de Ziza Fernandes.Mais do que o reconhecimento de um álbum, a indicação reúne diferentes elementos da caminhada da artista: décadas de produção musical, evangelização através da arte, parcerias construídas ao longo dos anos e a busca por novas possibilidades estéticas para a música cristã.Agora, “Primeiro (Ao Vivo)” segue entre os trabalhos indicados ao Latin GRAMMY® 2026, levando consigo uma história construída por muitos artistas, músicos e profissionais que fizeram parte dessa trajetória. <![CDATA[<br><img src="https://www.musicacatolica.com.br/cache/2026/ziza-fernandes-e-indicada-ao-latin-grammy-2026-com-o-album-primeiro-43edba4e9a.jpg" />]]>
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